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	<title>Comentários sobre: Odeio a Veja</title>
	<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/</link>
	<description>O site mais engraçado do universo!</description>
	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 13:55:30 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Japa</title>
		<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5658</link>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2005 19:32:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5658</guid>
					<description>POVÃO NÃO LÊ VEJA, VÊ JÁ TV!!!

QUE É MUITO PIOR!!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>POVÃO NÃO LÊ VEJA, VÊ JÁ TV!!!</p>
<p>QUE É MUITO PIOR!!
</p>
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		<title>por: Bedshaped</title>
		<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5657</link>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2005 21:12:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5657</guid>
					<description>Kda vez mais eu me surpreendo com a Veja.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kda vez mais eu me surpreendo com a Veja.
</p>
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		<title>por: Fabião</title>
		<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5656</link>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2005 11:16:14 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5656</guid>
					<description>Nem entrando no mérito político, ficando só no mérito "imprensa" da coisa, é um absurdo uma coisa dessa acontecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem entrando no mérito político, ficando só no mérito &#8220;imprensa&#8221; da coisa, é um absurdo uma coisa dessa acontecer.
</p>
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		<title>por: Barufa</title>
		<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5655</link>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2005 21:26:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5655</guid>
					<description>Tenho que concordar... Eu li a matéria e concordo que esse é o maior tiro no pé que a Veja já deu. Disse-que-disse, histórias sem prova, sem testemunha, alguém que ouviu o fulano dizer que talvez quem sabe pode ter acontecido alguma coisa...

Maracutaia no PT teve muita, demais até... mas essa matéria encomendada deu muito na cara!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho que concordar&#8230; Eu li a matéria e concordo que esse é o maior tiro no pé que a Veja já deu. Disse-que-disse, histórias sem prova, sem testemunha, alguém que ouviu o fulano dizer que talvez quem sabe pode ter acontecido alguma coisa&#8230;</p>
<p>Maracutaia no PT teve muita, demais até&#8230; mas essa matéria encomendada deu muito na cara!
</p>
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		<title>por: Fabião</title>
		<link>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5654</link>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2005 16:18:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.morroida.com.br/2005/11/02/odeio-a-veja/#comment-5654</guid>
					<description>LUÍS NASSIF

Os dólares de Cuba

Reportagem de "Veja", sobre o suposto financiamento cubano à campanha do PT, baseia-se no depoimento de duas fontes -Rogério Buratti e Vladimir Poleto, do terceiro escalão petista, deserdados pelo partido. Ambos declararam ter ouvido falar de dinheiro cubano na campanha. Apenas Poleto conheceria e teria participado da operação.
Segundo a reportagem, entre agosto e setembro de 2002, US$ 1,4 milhão (ou US$ 3 milhões, não se sabe), em notas de dólares, chegaram à casa de um diplomata cubano em Brasília, foram colocadas em três caixas de bebida que percorreram longo trajeto -transportados por um jatinho, que saiu do aeroporto de Brasília, passou por Viracopos e, de lá, de carro para a sede do PT, em São Paulo, levadas por Poleto, que achava que transportava bebidas. Ou seja, a única testemunha, o transportador, não viu os dólares. Teria sabido da natureza da carga tempos depois, por meio de Ralf Barquete, assessor de Palocci. Como Barquete já morreu, mencionaram-se como possíveis testemunhas a viúva (que nega saber qualquer coisa, segundo a própria reportagem) e o empresário ribeirão-pretano Chaim Zaher -que não foi ouvido pelo repórter, mas também nega.
Restam os testes de verossimilhança.
1) A inteligência cubana é considerada eficiente e profissional, inclusive por suas congêneres do Primeiro Mundo. Tem experiência em operações de inteligência no exterior, com 15 anos em Angola, apoio ao sandinismo, à guerrilha em países africanos, ao chavismo na Venezuela, aos cocaleros da Bolívia e às Farc.
2) A descoberta de eventual contribuição cubana à campanha traria danos irreparáveis à diplomacia do país.
3) Meses antes, o caso Lunus (o estouro da caixinha política de Roseana Sarney) demonstrara à exaustão os riscos de trabalhar com dinheiro vivo em sedes de campanha.
Sendo profissionais, os cubanos jamais envolveriam seu diplomata mais conhecido no Brasil, Sérgio Cervantes, em uma operação de transporte físico (!) de dinheiro vindo do exterior. É um risco desnecessário.
O governo cubano tem dezenas de "tradings" no Panamá ou mesmo a Cubatour (a agência oficial de turismo, muito utilizada nos anos 80). Bastaria uma delas depositar na conta de um doleiro brasileiro em Nova York, ele sacar em reais aqui e entregar ao PT. Tudo terceirizado e limpo. É assim que funciona o mercado paralelo, justamente para dispensar o passeio das notas.
Por isso mesmo, é difícil entender a lógica de caixas com dólares passeando por dois aeroportos, sendo levadas à própria sede oficial do PT em São Paulo (três locais sob estreita vigilância da PF), em plena campanha eleitoral, com os ecos do caso Lunus ainda vivos, e jornalistas permanentemente postados na porta do prédio. Depois, o mala-preta indo até o escritório do doleiro e saindo de lá com malas de reais.
Se Cuba contribuiu para a campanha de Lula, certamente não foi da maneira descrita. Na época, aliás, havia rumores mais fortes sobre uma suposta ajuda de Hugo Chávez.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LUÍS NASSIF</p>
<p>Os dólares de Cuba</p>
<p>Reportagem de &#8220;Veja&#8221;, sobre o suposto financiamento cubano à campanha do PT, baseia-se no depoimento de duas fontes -Rogério Buratti e Vladimir Poleto, do terceiro escalão petista, deserdados pelo partido. Ambos declararam ter ouvido falar de dinheiro cubano na campanha. Apenas Poleto conheceria e teria participado da operação.<br />
Segundo a reportagem, entre agosto e setembro de 2002, US$ 1,4 milhão (ou US$ 3 milhões, não se sabe), em notas de dólares, chegaram à casa de um diplomata cubano em Brasília, foram colocadas em três caixas de bebida que percorreram longo trajeto -transportados por um jatinho, que saiu do aeroporto de Brasília, passou por Viracopos e, de lá, de carro para a sede do PT, em São Paulo, levadas por Poleto, que achava que transportava bebidas. Ou seja, a única testemunha, o transportador, não viu os dólares. Teria sabido da natureza da carga tempos depois, por meio de Ralf Barquete, assessor de Palocci. Como Barquete já morreu, mencionaram-se como possíveis testemunhas a viúva (que nega saber qualquer coisa, segundo a própria reportagem) e o empresário ribeirão-pretano Chaim Zaher -que não foi ouvido pelo repórter, mas também nega.<br />
Restam os testes de verossimilhança.<br />
1) A inteligência cubana é considerada eficiente e profissional, inclusive por suas congêneres do Primeiro Mundo. Tem experiência em operações de inteligência no exterior, com 15 anos em Angola, apoio ao sandinismo, à guerrilha em países africanos, ao chavismo na Venezuela, aos cocaleros da Bolívia e às Farc.<br />
2) A descoberta de eventual contribuição cubana à campanha traria danos irreparáveis à diplomacia do país.<br />
3) Meses antes, o caso Lunus (o estouro da caixinha política de Roseana Sarney) demonstrara à exaustão os riscos de trabalhar com dinheiro vivo em sedes de campanha.<br />
Sendo profissionais, os cubanos jamais envolveriam seu diplomata mais conhecido no Brasil, Sérgio Cervantes, em uma operação de transporte físico (!) de dinheiro vindo do exterior. É um risco desnecessário.<br />
O governo cubano tem dezenas de &#8220;tradings&#8221; no Panamá ou mesmo a Cubatour (a agência oficial de turismo, muito utilizada nos anos 80). Bastaria uma delas depositar na conta de um doleiro brasileiro em Nova York, ele sacar em reais aqui e entregar ao PT. Tudo terceirizado e limpo. É assim que funciona o mercado paralelo, justamente para dispensar o passeio das notas.<br />
Por isso mesmo, é difícil entender a lógica de caixas com dólares passeando por dois aeroportos, sendo levadas à própria sede oficial do PT em São Paulo (três locais sob estreita vigilância da PF), em plena campanha eleitoral, com os ecos do caso Lunus ainda vivos, e jornalistas permanentemente postados na porta do prédio. Depois, o mala-preta indo até o escritório do doleiro e saindo de lá com malas de reais.<br />
Se Cuba contribuiu para a campanha de Lula, certamente não foi da maneira descrita. Na época, aliás, havia rumores mais fortes sobre uma suposta ajuda de Hugo Chávez.
</p>
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